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ORGANIZAÇÃO: UM HÁBITO QUE ECONOMIZA TEMPO

ORGANIZAÇÃO: UM HÁBITO QUE ECONOMIZA TEMPO
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Diz um velho ditado

 

Quer resolver os problemas de sua vida?? Então comece arrumando as gavetas!!

 

Organização é um hábito, que otimiza o nosso tempo, e que a gente faz todos os dias, e não “organizar o armário no final de semana”. Sempre que precisar tomar decisões no dia-a-dia com relação a “onde guardar isto ou aquilo”, procure encontrar a solução ideal.

Tirar as tralhas do caminho, é  um problema complicado de resolver. A camisa não é só uma camisa: tem uma história. O mesmo vale para todos os presentes, livros e itens que acumulamos da vida. Cada item tem muito significado para nós. Por um lado, não gostamos da bagunça, mas, por outro lado, gostamos das emoções que esses itens proporcionam: nostalgia, amor, segurança ou a lembrança de um ente querido em nossas vidas.

Sabe, que quando nos livramos do lixo em casa, estamos realizando um exercício de tomada de decisão. Precisamos avaliar qual sentimento é mais importante para nós e então decidir se queremos manter cada item ou nos livrar dele. Esse processo é cansativo e a partir daí nós procrastinamos.

O primeiro passo para arrumar a casa é, portanto, clareza. Assim como em qualquer outra forma de procrastinação, sabemos que podemos realizar essa tarefa e também sabemos que vamos nos sentir muito melhor quando terminarmos. Mas mesmo assim, essa resistência acontece, o que gera tensão e acumula irritação. É por isso que vamos dar o primeiro passo.

Vamos nos lembrar porque estamos fazendo ou porque precisamos fazer isso. É que essa limpeza de se livrar das coisas  e a organização, nos levará a uma vida mais pacífica. É até uma mudança de mentalidade: vamos gastar menos dinheiro comprando coisas que quase não usam, e vamos perder menos tempo limpando e mantendo tudo isso e lixo. Nós temos menos apego emocional a objetos.

Vamos ver aqui  quatro dicas para identificar o que é uma bagunça. Quanto mais usamos a organização,, mais  tempo teremos no nosso dia a dia.

 

 

1. Gostamos, mas não usamos

Todos nós temos um eu idealizado: talvez o artista. O atleta. O mestre. O intelectual que devora livros. Cada uma dessas imagens idealizadas precisa de alguns equipamentos que podem rapidamente tornar-se uma bagunça quando não há uso. Mas, para preservar essa imagem idealizada em nossa imaginação, não podemos reproduzir esses itens. Em muitos casos, a melhor coisa a fazer é colocar a mão na massa e começar a usar o item (em vez de jogar fora). À medida que usamos o item, começamos a viver a vida que queremos e abordamos o estilo de vida desse eu idealizado.

 

2. Mas-pode-ser-eu-preciso-algum-dia

 

Também são itens que indicam alguma incompatibilidade entre nosso estilo de vida e o estilo de vida imaginário. Veja se eu não usei essas botas de borracha para pescar no Pantanal nos últimos sete anos, é muito improvável que eu precise delas. Se aquela máquina de pipoca é tão chata de limpar que nas raras vezes que eu faço pipoca eu uso a panela normal, há um sinal claro de que a máquina deve cair. Isso é o que estamos tentando identificar como uma bagunça, como uma bagunça: as coisas que estão desnecessariamente ocupando espaço.

Classe, quando eu digo “jogar fora”, obviamente, isso significa que se você tem alguém quer aceitar como doação, se você pode vender através da Internet, reciclar ou fazer algum bom uso, obviamente, é escolher o melhor caminho. Certo? De fato, se você tem o hábito de fazer doações e conhecer instituições que aceitam doações, por favor, deixe a dica para a classe usando os comentários.

 

 

3. Lugar indefinido

 

É com um ambiente organizado que podemos aumentar nossa produtividade. E aí vemos que o ideal é que cada item tenha sua “casa”, isto é, um lugar específico onde sabemos onde sempre manter e encontrar. Com isso, você pode saber quais itens são sem casa. Eles são sem-teto, eles são nômades. Às vezes eles estão na gaveta. Às vezes eles estão na prateleira, ou alguém os deixou na mesa da cozinha.

Nós nunca sabemos onde eles estão, porque eles não têm um lar. E isso complica nossas vidas. Então pergunte a si mesmo: esse objeto é importante? Se assim for, então merece um lar. Onde deveria ser armazenado? Existe espaço disponível?

O que devemos descartar para encontrar espaço para manter este item em sua nova casa? Estas são as perguntas para nos ajudar com a remoção de lixo. Se você não tem onde armazenar, pode ser um indicador de que você não precisa salvar este item.

Às vezes, o item não é necessariamente abafado e não deve ser descartado, mas ainda não tem um lar. Então, precisamos criar um lar específico para ele. Essa situação acontece muito para pequenos itens como ferramentas, cabos, canetas, documentos. A dica é deixar tudo junto em uma caixa.

 

4. Sendo pouco usados ​​

 

Outro problema é quando tiramos um item da sua casa e o colocamos em algum outro lugar, porque ainda estamos usando. É o dicionário que tiramos da prateleira e o deixamos na mesa, porque talvez as pessoas ainda precisem de um pouco e já passou mais de um mês, e o dicionário está intocado na mesa.

Ou as ferramentas que usamos na semana passada e ainda estão no chão porque talvez ainda tenhamos que fazer alguns ajustes extras. Nesse caso, acreditamos que a atividade ainda está em andamento, quando na verdade a atividade acabou e, portanto, o que falta é o serviço de limpeza.

Hoje vimos quatro dicas práticas para você começar a se livrar de casa. Nós começamos a ganhar clareza. É assim que podemos fazer as perguntas certas no processo de tomada de decisão. É assim que podemos identificar o que é importante e eliminar a bagunça e o lixo.

Isso leva a uma vida simples que trará muita felicidade ao limparmos a bagunça mental a partir do espaço físico em que vivemos.

 

Ninguém consegue equilibrar tudo.

 

Foque no essencial e esqueça o resto. Tem horas que precisamos assumir que não damos conta de tudo e a melhor maneira de tranquilizar a vida .

Saiba o que realmente importa na sua vida. Será que você sabe o que é? Será que está trabalhando para atingir seus objetivos? Quando temos objetivos a serem alcançados e vivemos em busca deles, tudo passa a ter sentido. Você não vai ficar questionando sua vida todos os dias ao acordar.

Pare de dar desculpas. A gente dá desculpas quando não sabe priorizar nada. Comprometa-se hoje a não dar mais desculpas e passar a fazer mais.

Aprenda a conviver com as pessoas. Não diga que você não se organiza porque seus filhos bagunçam tudo, seu marido ou sua esposa largam tudo espalhado ou seu chefe não sabe definir prazos coerentes. Você não vive em uma ilha e precisa se organizar com o que é possível controlar.

Sim, as pessoas podem ser desorganizadas, mas você precisa aprender a lidar com elas e com os imprevistos que podem vir a ocorrer. O que não pode é você entrar na onda e desistir de tudo.

 

 

Você não precisa ficar viciada(o) em organização para conseguir se organizar, basta encontrar pequenas soluções práticas para o seu dia-a-dia.

Pare de comprar coisas desenfreadamente. Quanto mais você compra, mais tralha terá em casa. Sempre questione se a compra do objeto compensa o espaço que ele ocupará na sua casa.

Não guarde o que você não usa. Eu tenho certeza que, se você entrar em qualquer cômodo da sua casa nesse exato momento, encontrará pelo menos meia dúzia de itens que não precisavam estar ali. Então por que estão?

Resolva coisas rápidas, em vez de postergá-las. Se apareceu algo para fazer e dura menos de dois minutos, resolva no ato. Às vezes, deixamos para depois uma coisa que já poderia ter sido resolvida rapidamente e pode estar atrapalhando outras.

“Simplifique, simplifique, simplifique!”

 

DICAS PARA COMEÇARA ORGANIZAÇÃO

PELO NOSSO QUARTO

 

1- Primeiro, jogue fora revistas e jornais velhos, papéis sem uso, e o lixo espalhado.

2- Diminua o número de objetos no criado-mudo. “Um livro, luminária e um enfeite estão de bom tamanho”, diz Rafaela.

3- Ordene os livros por tamanho ou pela cor das lombadas. Limpe-os com pano seco uma vez por semana – se você sofre de alergia, esse número aumenta.

4- Doe os brinquedos sem uso e jogue fora os quebrados. Guarde os brinquedos restantes em caixas diferentes, de acordo com seu tipo. Coloque etiquetas nas caixas para que as crianças saibam onde guardar os brinquedos. Se elas não souberem ler, desenhe o tipo de brinquedo na caixa.

5- Aproveite a semana da organização para começar novos hábitos! A cada manhã, tire do quarto objetos que não pertencem ao espaço, como canecas, pratos, livros da sala.

6- Também arrume a cama. “Já é mais de meio caminho andado”, diz Rafaela. Se você não acha difícil por a cama em ordem, facilite: use apenas dois edredons para cobri-la. Quando acordar, bastará esticar os edredons.

7- E antes de dormir, pendure ou guarde as roupas que vai usar novamente – vale à pena instalar ganchos e cabideiros no quarto se você não tiver. As peças sujas devem ir para um cesto ou saco de lavanderia.

8- Primeiro, retire as roupas e sapatos do armário para tomar um ar. Separe para doação as roupas que não usa há mais de seis meses. Jogue fora as com defeito.

 

 

 

9- Separe as roupas de calor das de frio e as de trabalho das de passeio ou de ficar em casa. Dobre malhas, roupas de ginástica e camisetas. Elas podem ir empilhadas (em pilhas baixas) nas gavetas e prateleiras. Camisas, vestidos, casacos e ternos ficam em cabides – providencie modelos iguais feitos de plástico ou madeira, que são mais resistentes.

10 – Posicione as roupas da estação onde for mais fácil pegá-las. No inverno, guarde os casacos pesados em cabides. No verão, guarde-os junto com malhas nos maleiros. Nessa épocam, guarde-os em sacos a vácuo. Essas embalagens têm uma entrada para a mangueira do aspirador de pó, o que permite retirar o ar das roupas, deixando-as menores.

11- Além de separar por estação, organize as roupas segundo uma lógica que você preferir: frequência de uso, tamanho ou cor.

12- Nas prateleiras, faça pilhas com poucas peças – assim elas amassam menos e ficam mais fáceis de retirar. Ana usa as seguintes quantidades máximas por pilha: doze blusas, quatro malhas, dez camisetas.

13- Dobre as roupas de cama e organize-as em conjuntos, colocando as fronhas por dentro do lençol. Enrole as toalhas em rolos apertados. Guarde-as em prateleiras ou gavetas.

14- Organize os calçados de forma que você possa ver todos de uma vez – vale usar uma prateleira deslizante, daquelas que funcionam como gavetas. Sapateiras de porta, de tecido ou arame, são uma alternativa mais barata. Adquira o hábito de deixar o suor secar nos sapatos antes de guardá-los.

 

 

 

Destralhe – Um livro perfeito é Marie Kondo

A Mágica da Arrumação

 

  • O livro da Marie se aplica à casa toda, não apenas ao guarda-roupas, mas esse ponto se aplica totalmente a este contexto também. Não é possível organizar quando você tem mais coisas do que precisa, então se prepare porque é preciso primeiro desarrumar para depois colocar em ordem. Você vai colocar todas as suas roupas no chão ou em cima da cama, onde consiga ver tudo que tem (!) e depois vai pegar peça por peça nas mãos e se perguntar: “isso me deixa feliz?”. Se a resposta for sim, guarde para a próxima etapa. Se for não, doe.

 

  • Depois de descobrir quais são as peças que realmente te trazem alegria é a hora de organizá-las. Aqui está um ponto em que muitas pessoas se enganam, porque os programas de organização da TV nos convencem de que precisamos comprar coisas para conseguir organizar, como divisórias, ganchos e todo tipo de caixa organizadora. Quando na verdade tudo de que você precisa são algumas caixinhas que você provavelmente tem em casa. Caixas de sapatos são ótimas para organizar maquiagem, cosméticos, meias e pequeno objetos.

 

  • A maneira como você dobra as roupas é super importante, porque você precisa ver tudo que tem logo de cara ou vai acabar não usando as roupas que estão longe da sua visão. A Marie ensina uma forma bem diferente de guardar as roupas nas gavetas, elas não ficam umas em cima das outras e sim lado a lado de forma que você consiga ver tudo. Assim não precisa tirar uma peça para pegar o que está embaixo, evitando que a bagunça volte.

 

 

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